E lá vem o OK Go outra vez nos mostrando mais uma forma diferente e interessante de fazer/tocar música.
Here comes OK Go again showing us another interesting way of make/play music.

E lá vem o OK Go outra vez nos mostrando mais uma forma diferente e interessante de fazer/tocar música.
Here comes OK Go again showing us another interesting way of make/play music.
Esse trailler não é novo e esse doc (“O Baixo Que Comeu Miami”) deve ser lançado em breve. Fiquei curioso pra saber mais desses DJs e produtores que inventaram o Miami Bass diretamente do electro de Nova Iorque, de onde derivou o nosso funk carioca, e de quebra fortaleceram a cultura dos carros “tunados”.
This isn’t a new trailler neither new information about this doc wich is coming to light. I’m very curious to know more about these DJs and producers that forged the Miami Bass sound directly from NY electro, where our brazilian baile favela born from, and helped the tunning cars culture as well.
De alguns anos pra cá as bpms “ultrabaixas” têm me chamado a atenção dentro da eletrônica. Não que isso seja uma coisa nova, como atesta essa belíssima música de 1981 (30 anos, portanto), com vocais de Sue Ann e produção do tio Giorgio Moroder.
Atualizando para os dias de hoje, surgiu há algum tempo atrás um remix sensacional do Classixx para Lizstomania do grupo de indie rock francês Phoenix. Da versão original só permaneceram os ótimos vocais. Já o delicioso sabor baleárico da nova versão fica por conta dos remixers mesmo, que deram conta de transformar o que era ótimo em excelente. E ainda se deram o trabalho de fazer um clip inédito pro remix!
E já que eu falei de Lisztomania, vai como bônus a versão mais improvável que essa música poderia ganhar. Um coro de crianças (PS22) animadas e afinadas. Isso que é viver…
A vocalista do The Gossip não precisava fazer mais nada depois de tudo o que ela já gravou com a banda, mas não. Sabe-se lá como ela conheceu os responsáveis pelo projeto Simian Mobile Disco e lançou essa preciosidade recentemente.
O vídeo é claramente inspirado no já clássico Justify My Love da Madonna, não bastassem as referências à cantora com os trechos de dança vogue que a diva do pop já tinha homenageado do seu jeito com hit homônimo.
Não dá pra deixar de falar que parece que a voz poderosa de Beth Ditto foi feita sob medida pra cantar/gritar numa boa levada da house music. É ou não é pra desistir de produzir qualquer coisa depois disso?
Após quase 3 décadas estreia nos cinemas a continuação do filme Tron, agora no capitulo O Legado. Assistí esta semana à pré-estreia e é claro que recomendo a todos que, como eu, ama a ficção científica.
E se você gosta também de música eletrônica e já está ligado sobre este filme, deve saber que a trilha foi toda composta pela dupla Daft Punk, o que eu achei um verdadeiro gol de placa do diretor do filme.
O que achei da volta da saga? O roteiro me lembrou algo tão empolgante quanto Avatar, ou seja, regular para fraco. Basicamente é a saga do herói revisitada pela enésima vez, lembrando que é a Disney quem está por trás da produção, o que significa que iam ficar em terreno seguro sem muitas ousadias nessa parte. Mas para por aí.
No quesito visual, o mundo virtual é de encher os olhos, sobretudo se você assistir em 3D. Se estiver em Curitiba ou São Paulo as salas Imax são obrigatórias ao cinéfilo purista (eu). Mas o que realmente salta aos olhos, ou melhor, aos ouvidos é a trilha soberba dos literalmente mascarados Daft Punk, que se permitem até fazer uma ponta no filme como… DJs! Outro fato a destacar é que todas as músicas e sons incidentais foram compostos à medida que o filme foi rodado, então imagina a sincronia…
Pra dar um gostinho, fica aí a tema principal do filme, que esta semana entrou junto com o álbum da trilha direto entre os 10 mais vendidos da Billboard americana. Os Daft Punk devem estar bem felizes afinal, é a melhor colocação deles no maior mercado consumidor de música do planeta.
E aqui tem mais análise sobre o filme.
00's, frança, house, trilha sonora, usa
Criado pelo lendário produtor detrotiano Mike Banks (lider do mais lendário ainda Underground Resistence), esse single é um dos pontos altos do techno na década de 90 e, quem sabe, uma das melhores músicas saídas da Motor City.
Incrível como após 17 anos de lançada essa música não tenha perdido a contemporaneidade, atual até a última linha de sax. A prova definitiva que o techno também saiu do jazz.
Quem foi mesmo que disse que o techno (ou música eletrônica) é uma música fria e sem alma?
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