Surfing on the brazilian Mixmag site I just discovered this section talking about apps for DJs. I wouldn’t use all of them, but there are good tips on it, check it out.
Esse é o sintetizador analógico Dark Energy da fabricante alemã Doepfer. Ele foi lançado em 2010 mas já pararam de fabricar devido à dificuldade de se achar o seu chip apropriado.
Ele gera timbres e arpegios que me faz lembrar porque gosto de música eletrônica. Simples assim.
This is the analog synthsizer Dark Energy from the german manufacturer Doepfer. It was released in 2010 but now is discontinued hence to the difficult to find its apropriate chip.
It generates the sounds and arpegios that makes me remember why I love electronic music. Simple like that.
O curta-metragem Pixels de Patrick Jean é bastante interessante uma vez que une a pixel art a efeitos especiais bacanas, tudo filmado na Nova York de hoje. O resultado são naves de Space Invaders e o Pac Man (“Come-Come” no Brasil dos anos 1980, veja você) destruindo a cidade no melhor estilo “monstros japoneses”. Isso sim é um mash-up visual.
Sensacional esse vídeo que o meu amigo Xisto Lopes enviou. O Reactable é uma mesa altamente tecnológica que inventaram na Universitat Pompeu Fabra de Barcelona e vem dando o que falar desde 2007 (!), quando sairam vários vídeos explicando o que seria essa nova proposta de fazer música.
Agora a coisa está realmente tomando forma – neste vídeo dá pra visualizar mais os recursos e as possibilidades que a mesa vai trazer. Ainda não lançaram comercialmente e já está até demorando, na minha humilde opinião. #demorôaê
Depois dessa , até voltei a achar alguma graça no trance.
Sabe esse aparelhinho ali em cima? Ele tem esse som:
Pois ele foi um dos maiores responsáveis por muito da cara que a música eletrônica tem hoje. Extrapolando a revolução que essa maquininha da Roland fez, dá pra dizer que ela foi responsável até pelo nascimento das raves. Exagero? Explico.
Se não fosse a Roland não teríamos a TB-303, nem as drum machines TR-606, 707, 808 e 909. Sem elas não teríamos a house music, muito menos a acid house. Sem a acid housenão teríamos as acid parties que vieram se tornar as raves. Sem as raves não teríamos um grande público indo às festas, consumindo discos, revistas, festivais, clubes… Provavelmente a revolução eletrônica teria outra cara. Ou não.
Bem, tudo isso é um exercício de arqueologia/futurologia só pra introduzir este mini-documentário dividido em duas partes de 10min. contando a historinha, evolução e influência final das TBs na música em geral. Uma pena não ser legendado em português, mas só pelas imagens dá pra ter uma ideia do que eles dizem…
E a propósito, o título do post foi tirado de uma música do Fatboy Slim, que de bobo não tem nada.
Descoberto no Dexixer, blog duns produtores aí (Dudu Marote, Ilan Kriger…)