Dj Raul Aguilera

techno

Tag: techno

27.10.2011

Orbital volta ao vivo em 2012 / Orbital is back with new live show on 2012

Uma das minhas bandas eletrônicas favoritas dos anos 90 volta ano que  vem com novo show. Depois da volta dos The Stones Roses essa é outra renascença que eu comemoro neste fim de 2011: quem sabe desta vez eles não aparecem aqui pelo Brasil pra dar um nó nos nosso cérebros? Afinal eles são tidos como um dos melhores live p.a. da sua geração…

Depois de pararem por um tempo eles voltaram em 2009 ao estúdio e desde então estão trabalhando em seu oitavo álbum que deve ser lançado junto com a nova tour. Ouça abaixo uma amostra do que eles estão aprontando. Continuam fantásticos!

One of my favorite electronic band from the 90′s are back with a new live show. Alongside the second coming of The Stone Roses this is another comeback that made me felt pleased in 2011: maybe this time they’ll able to blow up our minds live here in Brazil, once they’re known as one of the best live p.a. from their generation…

After an hiatus on their career they came back on studio in 2009 since when their are working on their eighth album that will be released probably with this new show. Listen below what they are preparing in the meantime at studio. Astonishing!

Orbital vai tocar / will play:

Manchester Academy (April 5)
O2 Academy Leeds (6)
O2 ABC Glasgow (7)
O2 Academy Liverpool (8)
Cambridge Corn Exchange (9)
London Royal Albert Hall (10)

Orbital-Never by Mixmag

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03.06.2011

Unificando as pistas: Der Dritte Raum – Hale Bopp (1998)

Lembra de Hale Bopp?

Essa faixa lançada em alemães do Der Dritte Raum tocou em 1999/2000 neste lado do hemisfério. Lembro que uma das primeiras vezes que ouví a track foi num set do (ultra eclético) Laurent Garnier via internet discada (alta era paleozóica da rede) e o arranjo do sequenciador, a quase ausência da caixa (ou snare como dizem meus amigos produtores fanáticos), o bumbo e baixo gordos gritavam nos meus ouvidos.

O quê era isso afinal? Trance? Prog house? Techno melódico? Tudo isso misturado. E os DJs não deixaram de comprovar essa teoria, tocando-a tanto pra dar uma esfriada num set de techno mais nervoso, como pra dar um ar mais viajante num set de house voltado para vocais. Fosse onde fosse a música não passou desapercebida. Não demorou muito e Hale Bopp se tornou um clássico instantâneo da então nova cena das raves brazucas, que já entravam de cabeça na vertente psy trance.

Fosse o que fosse, até hoje observo como algumas pessoas comentam quando ela é tocada em algum set 11 anos depois de ter sido lançada. Um belo exemplo de uma música que foi tocada tanto por DJs de house, techno, trance ou psy e que ainda rende muitos passos nas pistas mundo afora. Bem que podiam sair mais músicas que unificassem a nação eletrônica. Você lembra de alguma que foi ou é (quase) unanimidade?

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18.02.2011

A história do Daft Punk, em 4’55”

Um resumão da trajetória dos nossos robôs-humanos prediletos desde 1993.

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24.11.2010

Classic techno: Galaxy 2 Galaxy “Hi-Tech Jazz”

Criado pelo lendário produtor detrotiano Mike Banks (lider do mais lendário ainda Underground Resistence), esse single é um dos pontos altos do techno na década de 90 e,  quem sabe, uma das melhores músicas saídas da Motor City.

Incrível como após 17 anos de lançada essa música não tenha perdido a contemporaneidade, atual até a última linha de sax. A prova definitiva que o techno também saiu do jazz.

Quem foi mesmo que disse que o techno (ou música eletrônica) é uma música fria e sem alma?

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17.09.2010

Mellow Mellow – I Can’t Stop (1993)

Definitivamente a primeira metade dos anos 1990 foram uma época muito prolífica. Esta música foi lançada exatamente num momento em que a house, o techno e o recem-nascido trance estavam lançando pencas de produções inovadoras (volto ao assunto na sequência).

“I Can’t Stop” sempre me intrigou pelo fato de ser algo indefinível: um autêntico crossover entre aqueles três estilos (house-techno-trance). Os graves poderosos, o baixo que remetem a “Show Me Love” da Robin S (hit-onipresente em 1993), o tecladinho Hammond (que lembram “Plastic Dreams” de Jaydee)  são os trunfos dessa track, além da percussão se tornar totalmente tribal em alguns momentos. Uma salada sonora feliz. E um clássico underground.

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15.07.2010

Robotika, a festa

E é com muito prazer que nesta sexta (16/07) voltamos com a festa Robotika no reinaugurado espaço luxuoso do Club Vibe. Essa festa vem acontecendo desde 2005 é a minha residência mensal num dos melhores espaços que a cidade já teve e continua tendo. Aguardamos quase dois anos para voltarmos animados no mesmo lugar que nos consagrou e  valeu a pena, a Vibe está maior, mais confortável e com uma iluminação surreal.

Ali, eu e DJ Aninha temos total liberdade para tocarmos o que nos vem à imaginação, então já imaginou a mistura de house, techno e disco desde seus climais mais fortes a climas minimalista, com ou sem vocal, com ou sem melodia, mas nunca entediante.

Para esta primeira edição entramos em conexão com o after-hours Paradise do conceituadíssimo Clube D-Edge de São Paulo: os DJs convidados são Mauro Farina e Rafael Rosa, residentes das madrugadas e manhãs de domingo do clube paulistano. Como podem ver, DJs e música boa não vai faltar.

Mais infos:

Blog Robotika

Site DJ Aninha

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09.07.2010

Made in Holand: Orlando Voorn

Esse produtor e DJ foi o responsável pelo primeiro contato entre as cenas de Amsterdã e Detroit (via Kevin Saunderson). E não era à toa: seu techno de poucos elementos e sofisticação melódica tinha tudo a ver com a capital do techno no comeco dos anos 1990. Uma das músicas que bem exemplifica essa consistência é “Play It Loud” do projeto Baruka de 1994, um dos inúmeros aliases que Voorn assumiu na sua longa discografia.

Fiz um apanhado geral dos melhores singles dele no blog da AIMEC.

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07.07.2010

Made In Holand: Ignacio “Organa”/”Organon” (1997)

Como no post anterior, continuo com o assunto Holanda, e ainda sobre o DJ e produtor Steve Rachmad, um dos meus preferidos de Amsterdã.

Ignacio é outra persona de Rachmad e o single que representou bem seu som é justamente este primeiro que lançou o projeto. Com bpms lá em cima é a cara do techno da época: minimal e acelerado. Ao mesmo tempo com um senso melódico que quebra um pouco o fato da música ter poucos elementos e ser tão repetitiva. Coisa de mestre.

http://www.youtube.com/watch?v=wsLmGCpVduI&feature=related

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05.07.2010

Clássico holandês: Sterac “Asphix” (1995)

E a Copa, hem… Se você, como eu, não leva isso muito a sério, vai entender porque estou citando a Holanda nesta espécie de homenagem à música de maior qualidade que ela tem nos brindado nas últimas décadas.

Um dos meus produtores prediletos é o DJ Steve Rachmad, tido como o mais detroitiano dos produtores de Amsterdan, sobretudo sob a alcunha de Sterac, que nos anos 90 nos brindou com esta obra-prima.

http://www.youtube.com/watch?v=J4Xsu5s2uuU

Trilha sonora de muitos fins de noite e provavelmente ponto alto dos primeiros after hours no Brasil, esta música é a prova que o techno também pode ser melódico, poético e, sobretudo, sofisticado.

Depois dos anos 2000 Rachmad transformou o projeto em Sterac Eletronics. Mas além desse alias, também ficou conhecido como Ignacio, Dreg, Continous Cool e, claro, Rachmad Project, dos quais vou voltar a falar mais pra frente.

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09.06.2010

Sweet 90s: Opus III “It’s A Fine Day”

Semana dedicada a uma parte dos anos 1990 que tocaram a todos que lá estiveram, como eu e vários amigos espalhados pelo mapa do Brasil. Como bem lembrou o Xisto, que agora mora em BH, foi uma época em que eu morava em Maringá (região do Norte paranaense) e tínha uma turma de amigos e agregados obcecados pelas novidades que vinham da Europa. Até uma mini-rave (se é que podemos chamar assim) a gente tentou fazer na época!

Entre muitos que faziam parte dessa turma dos loucos por música e noite, começo mencionando Josley B, Fabricio (D.Vyzor), Adriano (Haveck) e Docão que se tornaram todos excelentes DJs, além de Batata & Carlão (dupla  engraçada que se agregou a nós), o promoter Waltão Garcia e os irmãos Ricardo e Marcelo. E mais tarde o próprio Xisto iria se juntar a nós. A maior parte dessa turma animada acabou se juntando até pela frequência da danceteria que foi fundamental para a noite de Maringá nessa década, a Yellow. E foi nesse lugar que assistíamos muitos vídeos recém-lançados pela Telegenics, distribuidora poderosa da época e que nunca tínhamos ouvido falar, mas que foi fundamental na divulgação dos novos artistas que bombavam na novíssima cena da house e techno da época. Internet? Mp3? Nem sonhávamos, definitivamente eram outros tempos.

E como trilha desse momento, lembro muito bem dessas músicas mais doces embaladas com uma voz suave de alguma cantora obscura que tinham apenas um hit e depois sumiam, para dar a vez à próxima novidade. Uma delas foi Kirsty Hawkshaw do Opus III, nessa enigmática “It’s a Fine Day”, que até hoje não entendo como fez tanto sucesso: pode-se dizer que era o vocal, os arranjos de bom gosto (o que não quer dizer que seja popular), a melodia grudenta, o fato da música ter um formato pop, sei lá. Pense comigo: quantas músicas nesse formato foram lançadas ne época? Aqui no Brasil chegaram poucas, mas sei que no Reino Unido tinham vários singles com essa proposta.

E só pra constar, a versão original dessa bela música é da dupla Jane & Barton em 1983.

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