Uma das minhas faixas preferidas do final dos anos 1990, “In my sky” é algo entre o house e tech-house, depende de quem ouve na verdade. Com bpm, acelerada dá pra perceber como a música desacelerou nos últimos anos.
Originalmente feita por Asad Rizvi e Charlie Inman (os tais “cabeças-de-maçã), este remix do Killeloop (projeto de Layo Paskin e Mr. C) foi o que tocou na maior parte dos sets de house underground e tech-house na época. Saiu pelo selo Reverberations em 1998.
A festa Robotika, na qual sou residente junto com a DJ Aninha, teve sua volta no dia 16/07/10, uma sexta-feira com o típico frio curitibano, o que não impediu que boa parte do nosso público desse as caras e fervesse ao som dos convidados paulistas do afterhour Paradise no D-Edge Mauro Farina e Rafael Rosa. As fotos você pode conferir no blog da Robotika.
Aproveitamos a volta pra gravarmos os sets e o meu tem algumas músicas de house/tech house de ontem e de hoje que eu curto muito ouvir e tocar. Espero que gostem também!
E é com muito prazer que nesta sexta (16/07) voltamos com a festa Robotika no reinaugurado espaço luxuoso do Club Vibe. Essa festa vem acontecendo desde 2005 é a minha residência mensal num dos melhores espaços que a cidade já teve e continua tendo. Aguardamos quase dois anos para voltarmos animados no mesmo lugar que nos consagrou e valeu a pena, a Vibe está maior, mais confortável e com uma iluminação surreal.
Ali, eu e DJ Aninha temos total liberdade para tocarmos o que nos vem à imaginação, então já imaginou a mistura de house, techno e disco desde seus climais mais fortes a climas minimalista, com ou sem vocal, com ou sem melodia, mas nunca entediante.
Para esta primeira edição entramos em conexão com o after-hours Paradise do conceituadíssimo Clube D-Edge de São Paulo: os DJs convidados são Mauro Farina e Rafael Rosa, residentes das madrugadas e manhãs de domingo do clube paulistano. Como podem ver, DJs e música boa não vai faltar.
Esse produtor e DJ foi o responsável pelo primeiro contato entre as cenas de Amsterdã e Detroit (via Kevin Saunderson). E não era à toa: seu techno de poucos elementos e sofisticação melódica tinha tudo a ver com a capital do techno no comeco dos anos 1990. Uma das músicas que bem exemplifica essa consistência é “Play It Loud” do projeto Baruka de 1994, um dos inúmeros aliases que Voorn assumiu na sua longa discografia.