A música tá no Juno há um bom tempo e lá tá classificada como minimal/tech-house. Bobagem. Pela ótima levada da versão original ela tem cara e sonoridade nu disco e na versão do Prins Thomas a TB 303 não nega influências ácidas das primeiras produções de house music.
Já tinha ouvido por aí, afinal ela é de 2008, mas nessa avalanche de produções a que estamos sujeitos hoje em dia às vezes demora pra ficha cair, mas enfim, taí. Essas duas eu recomendo.
This track is at Juno by aeons and its classified there as minmal/tech-house. Nonsense. By the nice groove of the original version we can say that this is nu disco indeed and the Prins Thomas version has got influences from old school house because of the clearly acid sounds of the mighty TB 303 on it.
I heard this track around, it’s from 2008, but in the frantic non-stop music releasing from nowadays sometimes is hard to recognize awesome tracks fastly, but anyway, these two I do recommend.
Ouvido ao acaso no blog da / listened randomly at Miss Fenter
Antecipando o lançamento de seu primeiro álbum Pure Gold, o primeiro video do projeto pop/eletrônico do paranaense Péricles Martins brilha muito: lembra uma mistura sonora de Miami Horror com pitadas de Michael Jackson. O visual glam-rock fecha o pacote.
O álbum deve sair em outubro pelo selo Vigilante (Deck). Estamos de olho…
Às vezes caminha-se para frente olhando para trás. Essa nova música do Ladytron tem puro sabor de vocais de uns 30, 40 anos atrás. Lembrei daquelas músicas melódicas e adocicadas (no melhor sentido) dos The Mamas & The Papas, The Carpenters ou o Abba como bem lembrou Camilo Rocha no Bate-Estaca.
Fora a direção artística do vídeo na melhor linha “mistério, riqueza e sedução”.
Refrescando a memória, o Ladytron fez Destroy Everything You Touch em 2005:
E Playgirl em 2001, uma das músicas que trouxeram o synthpop de volta na década passada, reverberando até agora. Ok, no começo eles eram uma das melhores bandas da onda do novo electro, mas se distanciaram bem rápido do rótulo…
Vou dormir esta semana lembrando desses arranjos e vocais.
Na quarta-feira (20/07) todo nas comemorações do Restaurante e Piadineria Aurora, em Curitiba. O clima da noite será mais calmo com trilha baseada nas levadas de clássicos e novidades da Disco Music e House.
Aos poucos estou ripando meus sets gravados anos atrás. Pra inaugurar esse resgate coloco aqui um set gravado em maio de 2000, quando era residente da primeira versão do club D-Edge em Campo Grande (MS). Totalmente gravado direto do meu case de vinis, ele contém clássicos que eu toquei na época.
Após quase 3 décadas estreia nos cinemas a continuação do filme Tron, agora no capitulo O Legado. Assistí esta semana à pré-estreia e é claro que recomendo a todos que, como eu, ama a ficção científica.
E se você gosta também de música eletrônica e já está ligado sobre este filme, deve saber que a trilha foi toda composta pela dupla Daft Punk, o que eu achei um verdadeiro gol de placa do diretor do filme.
O que achei da volta da saga? O roteiro me lembrou algo tão empolgante quanto Avatar, ou seja, regular para fraco. Basicamente é a saga do herói revisitada pela enésima vez, lembrando que é a Disney quem está por trás da produção, o que significa que iam ficar em terreno seguro sem muitas ousadias nessa parte. Mas para por aí.
No quesito visual, o mundo virtual é de encher os olhos, sobretudo se você assistir em 3D. Se estiver em Curitiba ou São Paulo as salas Imax são obrigatórias ao cinéfilo purista (eu). Mas o que realmente salta aos olhos, ou melhor, aos ouvidos é a trilha soberba dos literalmente mascarados Daft Punk, que se permitem até fazer uma ponta no filme como… DJs! Outro fato a destacar é que todas as músicas e sons incidentais foram compostos à medida que o filme foi rodado, então imagina a sincronia…
Pra dar um gostinho, fica aí a tema principal do filme, que esta semana entrou junto com o álbum da trilha direto entre os 10 mais vendidos da Billboard americana. Os Daft Punk devem estar bem felizes afinal, é a melhor colocação deles no maior mercado consumidor de música do planeta.
O Junkie XL é o holandês Tom Holkenborg, uma figura singular na música eletrônica. Desde 1995 vem produzindo música da melhor qualidade e desde sempre recusa-se a limitar sua música a algum estilo específico. Não a toa XL quer dizer Xpanding Limits. Já remixou meio mundo, tocou como DJ num monte de lugar e já se dedicou até a trilhas de games.
Este Fairlight EP só vem a confirmar que ele não perde o ritmo do tempo, lançando dois petardos certeiros. A primeira música é esta nu disco épica, quase sinfônica em alguns momentos. Pedrada.
http://www.youtube.com/watch?v=rEiFoaxDLoA
A outra faixa é esta que tem imagens do seriado Miami Vice, aqui com uma pegada mais rock que é a cara e o clima das produções desse gênio musical da Holanda. Baixa bpm, oitentista e apoteótica.
A gente vê que um grupo tem futuro quando eles lançam uma série de singles bons e na sequência vem com vídeos melhores ainda. Um dos meus projetos prediletos do novo synthpop são esses australianos, que despontaram ano passado com o single “Sometimes”. O primeiro lançamento é de 2008, o Bravado EP.
Agora eles vem com “Echoplex” que tem um imagens caprichadas, enriquecendo mais a videografia da banda. Pra quem gosta de Monarchy, Empire Of The Sun e Hurts.
Lançaram agora em agosto o primeiro álbum Illumination, ao qual quero voltar a falar em breve. Altamente recomendável a ouvidos abertos ao novo.
E o meu projeto preferido atualmente, o Aeroplane, está lançando o álbum We Can’t Fly. Este clip saiu recentemente e já dá uma prévia do clima desse aguardadíssimo disco.
Não sei nem explicar direito porque gosto tanto dos Muppets. Deve ser principalmente pela ligação com a minha infância, quando ria muito na frente da TV vendo os programas deles no sábado à tarde. A combinação da linguagem de cartoon com bonecos, o humor completamente anárquico e nonsense (meu tipo de humor, aliás), as coisas desabando do teto do nada, a Pig tendo chiliques, tudo isso ficaram marcados para sempre na minha memória.
Hoje no Facebook, por acaso alguém mandou um link dos Muppets fazendo uma versão de “Bohemian Rhapsody” do Queen e não resisti de juntar alguns vídeos sensacionais que já assisti deles. Vai então o tal link com a versão muito particular com a obra prima do Queen.
E tem este vídeo da banda de novaiorquina de nu disco Escort estrelada exclusivamente por eles, um grande feito aliás, uma vez que não lembro do autor dos Muppets fazer esse tipo de concessão a outro grupo musical.
E pra fechar, tem este capítulo hilário do improvável encontro dos bonecos malucos com os robôs insanos e Luke Skywalker de Star Wars. Um clássico (pena não ter legendas em português).
E tem ainda um hilário teste pra fazer o Yoda…
Post dedicado a Leo Wandresen e Adri Amaral (you crazy geeks).