26.08.2011
Djs e suas maravilhosas salas de som
Em link enviado pela amiga blogueira Angel Inoue não me deixou dúvidas: preciso compartilhar isso com os fiéis leitores deste humilde blog e aos amantes de música, principalmente os que amam os vinis. Tudo tirado da revista alemã Groove Magazine.
Eis aí a sala de som de alguns DJs, algumas das quais eu adoraria que fossem a minha, apesar de não ter tantos discos…
(clique nas fotos para ampliar)
Ricardo Villalobos
Meu veredito: a que é mais a minha cara, com sound system parecido com aqueles dos anos 80. Muito organizado, clean e prático. Minha cara demais.
DIxon
Veredito: adorei o lustre, a mesa e a cadeira vintages. Fora o papel de parede… E um Mac em cima da mesa, básico. E o aquecedor no canto? E onde tá o sound system? Será que ele não ouve mais discos em casa?
Sven Vath
Veredito: organizado, equilibrado, fashionista e afetado. O que é o tapete animalístico? E o design das caixas? Bem a cara de “titia Svetlana”, um ser que não nega a origem germânica até o último “plonk” de seus beats. Gostei muito da mesa. E as pick-ups Technics MK2 Gold Edition também, essas são de uma série limitada. O que não tá combinando são essas caixas com vinil dentro. Será que eram promos que ele tinha acabado de receber? Enfim, Sven Vath, né?
Ellen Allien
Veredito: estantes bem práticas, gostei. Tudo muito preto e branco, apesar de ser clean, não curti. Achei um pouco frio. Tá… tudo organizado até chegar nas sacolas com cds-promo “véio”. “Não ornou”, Ellen. Tava indo tão bem… :B
Steve Bug / Âme
Veredito: Muito, muito boa essa arrumação em estantes brancas do Bug, quero uma igual também. Simples, barata e elegante.
E a do Âme leva o prêmio “canto aconchegante de som”. Alí sim dá vontade de passar horas e horas ouvindo música, lendo livros ou recebendo amigos. Mandou bem Âme!
Hans Nieswandt e Tobi Neumann
Veredito: Hans Nieswandt nada demais, tirando que fez um estúdio junto com os vinis, o teclado e a mesa de som entregam. Os livros empilhados do lado da estante “não ornou”.
Tobi Neuann, as estantes são interessantes mas tá precisando de mais espaço já com os discos jogados “na chón”. O bacana mesmo é que pela arquitetura ela tá localizada em algum sótão bem bacana.
André Galuzzi
Veredito: minha primeira impressão é que esse quer ter um record shop, mas no final muito organizado, com estante de compensado ao lado improvisando novos espaços pros discos, com efeito final bacana. O lustre, feio que dá dó, de repente tem uma luz boa, era da família, vai saber… Faltaram uns quadros alí nessa parede chapiscada com esses poucos posters. O chão de madeira #bomdimais. E o beiral aristocrático do teto? Quadros, Galuzzi, quadros! (PS.- essa placa “sex is good”, nada a ver).
DJ T
Veredito: mais um que tem sala de som parecida com um record shop, dado o formato das estantes. Organizadíssimo #nuúrtimo. A cadeira de diretor branca, a mesa e os pufes azuis muito OK. E dá pra ver o gosto oitentisa do DJ pelas capas de “Physical”, Grace Jones e o single de “I Feel Love” de Donna Summer. E, lógico, a pendência pelos sons ácidos (Bobby Konders também entrega). E a placa “Groove” eu queria uma igual também.
Michael Reinboth
Veredito: as poltronas-ostra em laranja quero igual, já! E tem muito disco nessa coleção, quero metade também, heh. Mas tá faltando estante, fato.
Ali Schwarz e DJ Koze
Uma faxineira e dois arquivistas urgente! Sem mais senhor juiz…














