Criado pelo lendário produtor detrotiano Mike Banks (lider do mais lendário ainda Underground Resistence), esse single é um dos pontos altos do techno na década de 90 e, quem sabe, uma das melhores músicas saídas da Motor City.
Incrível como após 17 anos de lançada essa música não tenha perdido a contemporaneidade, atual até a última linha de sax. A prova definitiva que o techno também saiu do jazz.
Quem foi mesmo que disse que o techno (ou música eletrônica) é uma música fria e sem alma?
E foi sucesso total a festa La Vie En Rose no sábado passado. As organizadoras da festa Anna Andrade Silva, Tatiany Vendrame e Ingrid Trehin mandaram muitíssimo bem já neste primeira edição enchendo as dependências do Espaço DJ no Batel em Curitiba.
Quero orgulhosamente anunciar a nova festa na qual serei o DJ residente: La Vie En Rose.
Com um repertório baseado em sons dançantes tanto do eletrônico, do rock e da fusão atual destes dois gêneros, esse é o clima que queremos festejar na nova festa La Vie En Rose.
Sem ficar preso a rótulos entre o que seja pop ou underground, novo ou clássico, o que importa é manter a pista num clima empolgante levando a todos numa viagem sonora noite afora.
O pessoal do blog/projeto 7 Primaveras me pediu para criar um set baseado na pergunta “o que é primavera”. Como gosto desse desafios, fiz um set completamente diferente dos que já fiz até hoje, dentro do meu gosto pela música ambient e cheia de texturas.
Além disso chamaram um artista plástico Fábio Alves para dar o seu ponto de vista sobre o tema, que reproduzo neste post.
O resultado é este set pra ouvir com os pés pra cima, contando nuvens…